Dificuldade de mineração do Bitcoin atinge recorde

Além da atenção da mídia, adoção geral e o sentimento de mercado, existe um outro fator muito importante e que afeta consideravelmente a posição do Bitcoin: Dificuldade de mineração do Bitcoin atinge recorde.

Neste final de semana, a dificuldade de mineração do Bitcoin atingiu 7.46T, uma nova alta máxima, superando o recorde anterior de 7.45T alcançado em outubro de 2018.

De forma simples, a dificuldade de mineração faz referência à dificuldade das equações matemáticas que os equipamentos de mineração precisam resolver para confirmar as transações dentro da rede.

Mas o aumento de dificuldade de mineração é bom ou ruim para o Bitcoin?

Bom, a dificuldade de mineração consequentemente aumenta consideravelmente a competitividade entre as mineradoras e isso quer dizer que a rede está se tornando cada vez mais forte e cada vez mais segura. Mesmo que, no ponto de vista dos mineradores seja algo não tão bom, afinal, eles ganham menos, para o Bitcoin como um todo a notícia é boa.

E também não há motivos para alarde, afinal, ao contrário de alguns rumores, o aumento na dificuldade muito provavelmente não vai levar a indústria da mineração para o limbo.

Aliás, a dificuldade prova que a mineração continua bem forte, ao contrário do que os “extremistas do Bitcoin Cash” previram em 2018 na “guerra civil do Bitcoin” que levou à criação dos forks BSV e BCH.

Mesmo com o aumento na dificuldade, o poder de hash da rede continua aumentando na mesma proporção, outro excelente sinal para a blockchain. O aumento na hash é traduzido como uma maior atividade na rede e isso é uma excelente notícia após o mercado brutal que enfrentamos durante 2018.

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